Diferenças entre edições de "Manuel Jorge de Oliveira"

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A sua relação especial com os cavalos é consequente da relação que estabeleceu com o mestre Nuno de Oliveira, figura de referência da arte portuguesa equestre. Entre 1985 e 1989 Manuel Jorge de Oliveira gozou do enorme privilégio de receber importantes ensinamentos do mestre os quais deixaram marcas profundas na sua forma de se relacionar com os cavalos bem como de encarar tanto a arte equestre, como a sua carreira e a vida em geral.   
 
A sua relação especial com os cavalos é consequente da relação que estabeleceu com o mestre Nuno de Oliveira, figura de referência da arte portuguesa equestre. Entre 1985 e 1989 Manuel Jorge de Oliveira gozou do enorme privilégio de receber importantes ensinamentos do mestre os quais deixaram marcas profundas na sua forma de se relacionar com os cavalos bem como de encarar tanto a arte equestre, como a sua carreira e a vida em geral.   
  
O cavaleiro foi umas grandes figuras do toureio a cavalo em Portugal na década de 70 e 80. Estreou-se em público na Praça de Toiros de Azambuja, em 1969.
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Como cavaleiro foi umas grandes figuras do toureio a cavalo em Portugal na década de 70 e 80. Estreou-se em público na Praça de Toiros de Azambuja, em 1969.
  
 
Tomou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na Monumental do Campo Pequeno a 2 de junho de 1977, numa corrida da Associação de Comandos de Portugal. Foi seu padrinho José João Zoio, e teve como testemunhas Luís Miguel da Veiga, José Luís Sommer de Andrade, Gustavo Zenkl e João Moura.  
 
Tomou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na Monumental do Campo Pequeno a 2 de junho de 1977, numa corrida da Associação de Comandos de Portugal. Foi seu padrinho José João Zoio, e teve como testemunhas Luís Miguel da Veiga, José Luís Sommer de Andrade, Gustavo Zenkl e João Moura.  

Revisão das 17h55min de 16 de março de 2020

Manuel Jorge Martins de Oliveira nasceu em Azambuja, a 23 de fevereiro de 1959. Cresceu na casa Ortigão Costa. Aos seis anos de idade começou a montar a cavalo e desde cedo acalentava o sonho de vir a ser cavaleiro tauromáquico.

A sua relação especial com os cavalos é consequente da relação que estabeleceu com o mestre Nuno de Oliveira, figura de referência da arte portuguesa equestre. Entre 1985 e 1989 Manuel Jorge de Oliveira gozou do enorme privilégio de receber importantes ensinamentos do mestre os quais deixaram marcas profundas na sua forma de se relacionar com os cavalos bem como de encarar tanto a arte equestre, como a sua carreira e a vida em geral.

Como cavaleiro foi umas grandes figuras do toureio a cavalo em Portugal na década de 70 e 80. Estreou-se em público na Praça de Toiros de Azambuja, em 1969.

Tomou a alternativa de cavaleiro tauromáquico na Monumental do Campo Pequeno a 2 de junho de 1977, numa corrida da Associação de Comandos de Portugal. Foi seu padrinho José João Zoio, e teve como testemunhas Luís Miguel da Veiga, José Luís Sommer de Andrade, Gustavo Zenkl e João Moura.

Debutou em Espanha na Real Maestranza de Caballería, em Sevilha, em 1979 e, na mesma temporada, triunfou na sua apresentação em Las Ventas, Madrid, por ocasião da Feira de Santo Isidro.

Fica na história da sua carreira o dia 29 de maio de 1988 quando se encerrou com seis toiros na Praça de Toiros da Azambuja, lidando quatro toiros a cavalo e dois a pé, todos pertencentes à extinta ganadaria do Bodial da Rainha. Atuou pela última vez em público a 21 de junho de 2013, na praça de toiros do Cartaxo.

Atualmente é a criação de cavalos e a equitação que ocupam os seus dias. Manuel Jorge de Oliveira está hoje plenamente dedicado ao ensino e tem vários projetos de sucesso entre eles a sua Escola de Equitação “Oliveira Stables” na Alemanha.